A ampulheta da vida deu a sua meia volta,
A areia cai e o tempo passa
A vida é o vapor que embaça, mas logo se desfaz.
Deixando a marca no espelho
A mancha do passado que não se apaga
Não podemos esquecer que somos mortais
Que o arrastar da foice não faz barulho
A Morte é muda, e não avisa quando vem.
Seu rosto é um espelho
Manchado pelo passado alvo ou negro
Da vida de quem viveu da sua forma peculiar
E nele você se vê refletido na sua forma real
Da forma que você viveu e levou a sua vida
E depois retorna ao pó de onde veio.
Por esse silêncio da Morte é valido viver o agora
E aproveitar cada grão de areia dessa ampulheta
Curtir até os momentos ruins, de lágrima e dor
Será que sem tristeza a existiria alguma alegria?
E sem a morte? Será que a vida realmente seria vida?
O importante é viver cada instante da vida
Pois assim a vida passa mais devagar
Torna-se prazerosa, palpável e inesquecível.
De que adianta ser vivo e viver como um morto?
A vida e a morte são coisas muito bonitas
Depende de que forma você deseja olhar.
O feio tem o seu lado bonito
O bonito também tem o seu lado feio.
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